João da Silveira

10/07/2016

 

Michel (Dilma) na Segunda Semana de Julho

 

 

Vladimir na Segunda Semana de Julho

Esta é a semana da cúpula da OTAN em Varsóvia, na sexta e no sábado, Barack Obama comparece. . . vai falar de forma beligerante como o grande líder da OTAN, mas vai falar também e muito da violência em Dallas, enquanto os demais chefes de Estado estão mais inclinados a discutir a saída da Grã-Bretanha da União Europeia. . .

Profissionais de inteligência veteranos dirigem memorando a Angela Merkel, pedindo a a ela para maneirar na beligerância guerractora (warmongering) contra a Rússia . . .

A OTAN sob questão: Stephen Kinzer pergunta se ela ainda é necessária, enquanto Edward Lozansky & Jim Jatras, inspirados pelo impacto do Brexit, tratam de um possimpossível que seria um AmerExit da OTAN.  Isso só virá com o fim do Império. .

Putin se impacienta com a mídia ocidental quanto aos perigos da guerra nuclear . . . A grande mídia ocidental não ouve Putin. A grande mídia ocidental demoniza Putin. . . A grande mídia ocidental cultiva vários demônios pelo mundo. . . Putin é o maior deles. . . Putin tem seis mil armas nucleares (bombas) prontas para retaliar. . .

Os russos temem a guerra nuclear. Os russos não temem as sanções econômicas. . . Os russos combatem o terrorismo. . . Obama e a Nova Guerra Fria: seu legado? . . . As especulações do professor Cohen. . .

As eleições nos Estados Unidos. . . Gareth Porter and Sanders” revolution. . . Eric Ferhnstrom sobre a decisão do FBI no caso Clinton pode pesar contra Hillary e favorecer Trump. . .

Inspirado pela mudança para melhor nas relações entre Turquia e Rússia, Dug Bandow argumenta que os Estados Unidos precisam terminar sua Nova Guerra Fria com a Rússia. É interessante notar que os que assessoraram Ronald Reagan e George W. H. Bush se manifestam frequentemente contra a atual política externa dos Estados Unidos. Pat Buchanan, Paul Craig Roberts et al. . .

A Rússia não está só nem está cercada, contida, realmente. A China está próxima da Rússia, cada vez mais próxima, como argumentam Henry Kissinger e o professor Nako Stefanov, da Universidade de Sofia. . . O Irã está bem próximo. . . A Síria. . .

Mas a Turquia de Erdogan não é lugar onde a política seja fácil: o balão de ensaio sobre o uso pela Rússia da base aérea de Incirlik, que os americanos já usam para seus voos contra o Estado Islâmico e onde guardam pelo menos 50 armas nucleares táticas. . .

A narrativa heroica de Robert Fisk sobre o cerco de Kuweires. . .e sobre Dera’a, campo santo de terroristas, onde Lawrence da Arábia também sofreu na mão dos turcos há um século. . .Muitas narrativas heroicas da guerra na Síria vão surgir e não parece que serão narrativas dos rebeldes ou jihadistas, pois há algo de insidioso, de mercenário, de malévolo na sua luta. . .