Mês: outubro 2016

Russia and the USA

US AND RUSSIA IN THE TRAP OF DELUSION AND CONFRONTATION   A-specto 25/10/2016   The deep crisis in Russian-American relations of today has now become a serious problem for global security. The Russian-American relations are unique and vital to the fate of humanity. Therefore, every albeit marginal, deterioration in their relations can increase the risk of military conflict and cause reasonable concern. During the last term of Obama, these relations plunged to a freezing point. Perhaps this is not due solely to the US president. The elites of the United States, carried away by their democracy games in the Middle East, failed to notice the change that occurred in the Russian Federation under Putin. In recent years, Russia is barely mentioned in US foreign policy documents, except for the fiercest criticism, hysterical Russophobia and threats directed at Moscow. Russia has come under diplomatic isolation and economic sanctions, but completely successfully counteracts the American expansionist interests, for example, against the strategic plans of the USA in Ukraine and Syria, in arms or in cyberspace. In the last decade, US foreign policy was followed by a series of failures and wrong decisions. Russia changed its attitude towards the United States for several reasons, but the main one is that after the Cold War, the Russians saw in America an example of a successful and prosperous society that they could follow. The disappointment came when Bush started wars in Iraq, Afghanistan...

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A Rússia de Vladimir

Base militar russa na Venezuela   É inaceitável haver em nosso entorno de paz e cooperação bases de potência extrarregional Rubens Barbosa 25/10/2016 O presidente russo, Vladimir Putin, não esconde a intenção de restaurar a força e a influência de seu país, em declínio com o desaparecimento da União Soviética, para recuperar o status de potência grande e respeitada. A atitude mais agressiva e mais militante da Rússia no cenário internacional pode ser medida, nos momentos atuais, pela aparente interferência no monitoramento e na divulgação de e-mails e de informações da candidata democrata, Hillary Clinton, que, se comprovada, representa uma clara ingerência nas eleições dos EUA; pelo apoio militar ao regime de Bashar Assad, na Síria, sobretudo pelos ataques aéreos na cidade de Alepo; pela anexação da Crimeia e pela insinuação do uso de armas nucleares. Recentemente, Putin transferiu mísseis nucleares para as proximidades da Polônia e da Lituânia. Porta-aviões russo passou pelo Mar do Norte e pelo Canal da Mancha. Ameaçou derrubar aviões dos EUA que venham a atacar as tropas de Assad. E o embaixador russo na ONU declarou que as relações com os EUA estão no nível mais baixo em 40 anos. Não parece ser um sinal de força a atitude beligerante de Moscou. É mais provável que seja uma tentativa de compensar sua vulnerabilidade interna, visto que a Rússia enfrenta graves problemas em sua economia, na política...

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Dance with Bears

SONGS FROM MELNITSA IN COMBAT WITH THE FAT WASHINGTON LADY – HOW RUSSIAN POP SONGS FARE AS THE NOBEL WAR PRIZE GOES TO BOB DYLAN   John Helmer Oct. 20, 2016 In the war against Russia, the award of the Nobel Prize for Literature to Bob Dylan is a sideshow, although the Swedish Academy is doing what it can to elevate his monosyllabic rhyming to a moral high ground whose only precedent is the Norwegian award of the Nobel Prize for Peace to Barack Obama in 2009. Obama’s congratulations to Dylan for “a well-deserved Nobel” was issued before Dylan acknowledged receiving it. Dylan’s lyrics have been in steady decline among US and NATO audiences for the past 40 years. They had dwindled to invisibility until last week’s Nobel prize announcement. Billboard, the US measure of plays and pays in the pop music market, has failed to record Dylan in its Top-100 artists for decades; Billboard’s 200 “Greatest of All Time” albums doesn’t count Dylan at all. The Nobel publicity for Dylan failed to revive the listening audience or move any of his songs into the Billboard Hot 100. That is currently led by a song by The Chainsmokers of New York City. Their lyrics open with: “Hey, I was doing just fine before I met you”; and close with “no we ain’t ever getting older.” Russian war songs are more popular than ever, according to Russian audience...

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Economia Brasileira

A PEC e a Borboleta   Acabo de chegar ao Brasil para a semana de lançamento do meu novo livro Como Matar a Borboleta Azul: Uma Crônica da Era Dilma. Acabo de chegar ao Brasil depois de passar uma semana lendo diferentes opiniões sobre a controvertida PEC do Teto, a PEC 241, que prevê a limitação para o crescimento das despesas primárias do governo. Pelo que senti desde que cheguei, parece que o assunto está muito longe de se esgotar. Monica de Bolle 19/10/2016 Tenho visto diversas posições favoráveis e contrárias à PEC. Algumas têm embasamento, outras não. Para refletir sobre a PEC com algum grau de seriedade e sem deixar-se levar pelas paixões, é preciso, primeiramente, avaliar os diferentes diagnósticos. Discussão sobre a PEC sem que se saiba qual o diagnóstico da pessoa que a defende ou ataca é como aceitar de bom grado tratamento invasivo sem que o médico tenha lhe dito qual doença lhe aflige. Vamos, pois, aos diagnósticos. Há quem seja contra a PEC por ter um diagnóstico muito diferente de quem a ela é favorável. O que mais ouvi e li é o diagnóstico honesto de pessoas que acham que foi a queda da arrecadação que levou à dramática situação fiscal brasileira, queda iniciada nos anos Dilma, com as desonerações atabalhoadas para diferentes setores e aprofundada pela recessão dramática que atravessamos. Segundo essa linha...

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BRICS

Temer reafirma compromisso com Brics em jantar com chefes de Estado   Presidente defende cooperação na saúde pública como o principal avanço possível   Gabriela Valente 16/10/2016     GOA, Índia – Num jantar informal entre os chefes de Estado do Brics na noite deste sábado (início da tarde no Brasil), o presidente Michel Temer reafirmou o compromisso do seu governo com o grupo. Ele ressaltou que é sua primeira participação numa cúpula do Brics como presidente do Brasil e lembrou que a vocação natural do grupo é contribuir para a construção de um mundo mais multipolar, em que desafios coletivos sejam enfrentados por meio da diplomacia e da cooperação. O GLOBO teve ao discurso, já que o encontro foi fechado à imprensa. Michel Temer ressaltouavanços dos últimos anos. Falou, por exemplo, da consolidação do Novo Banco de Desenvolvimento, que já se encontra em operação, o Arranjo Contingente de Reservas (uma poupança conjunta em tempos de crise) e o desenvolvimento de visões comuns sobre diversos desafios da agenda global. Disse ainda que a estratégia para a parceria econômica dos países abriu novos horizontes para a coordenação e dará frutos relevantes para o desenvolvimento de nossos países. E citou que o Brasil acredita que é onde é possível avançar mais é a cooperação no campo da saúde púbica, especialmente no acesso a medicamentos básicos. O presidente falou aos demais chefes...

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