Mês: julho 2016

The ‘Alt-Right’ Phenomenon

For those that have been paying attention, the rise of the Alt-Right is as surprising, as it is entirely expected Vincent DeLarge 23/07/2016     What is the Alt-Right? If you listen to the mainstream media, the Alt-Right is the birth of an American far right Frankenstein that was mid-wifed by Donald Trump’s inflammatory rhetoric in this election cycle. But what we are seeing now is bigger than even Donald Trump. It is part of a massive paradigm shift that has been underway for some time now. For those that have been paying attention, it is clear that nationalist, patriotic movements are everywhere ascendant in the West. The endless migration of millions of 3rd world men into Europe, the callousness of the Elite class to the concern its Natives, and the fever-pitched identity politics of the Regressive Left have brought us to a crossroads… It should come as little surprise to nobody that the native populations of the West have started asking some hard questions about their own identity. Who are we? What do our people stand for? Will we have a future if nothing changes? These are some of the civilizational questions being raised for the first time in the West since the end of the Cold War. And the “Alt-Right” is the term (that hit the Internet by storm in 2015) under which many dissidents have rallied under in the United States....

Ler mais

Corrupção : Baixo Risco e Alto Benefício

Ary Filgueira 22/07/2016   Após dois anos de existência, o legado que a Operação Lava Jato pretende deixar ao povo brasileiro vai além das prisões de poderosos empreiteiros e figuras conhecidas do cenário político. “Queremos, um País com menos corrupção”, sublinha o procurador da República Deltan Dallagnol, que coordena os trabalhos da força-tarefa, em entrevista concedida à ISTOÉ. A primeira fase do conjunto que forma esse espólio passa pela aprovação de 10 Medidas contra corrupção. O cerne que se almeja alcançar com elas é tornar a modalidade um crime de alto risco e baixo benefício. As propostas de alteração na lei ganharam a adesão de dois milhões de assinaturas em apenas dez meses. “É preciso, agora, que esse clima das ruas, de um desejo genuíno de um País mais justo, contagie o Congresso Nacional, que vai apreciar a iniciativa dos procuradores da Lava Jato”, afirma Dallagnol. ISTOÉ – De que forma a Lava Jato influenciou a elaboração das 10 Medidas contra a corrupção? Dallagnol – As 10 medidas surgiram quando percebemos que parte da sociedade coloca sobre os ombros da Lava Jato uma expectativa de transformação do Brasil que o caso sozinho não produz. Por ter se revelado uma ilha de justiça num mar de impunidade, a Lava Jato pode levar à punição dos criminosos e à recuperação de boa parte do dinheiro. Contudo, se não mudarmos as condições que favorecem...

Ler mais

Dilma não espera julgamento e opta pelo suicídio em carta enviada à Comissão do Impeachment do Senado

Presidente afastada deixa claro, o que é confirmado por Lindbergh Farias, que não reconhece as instâncias do processo de que é alvo — logo, não reconhece a legitimidade do Senado. Dado que o Brasil é uma democracia, mereceria cair mesmo que fosse inocente. Só que ela não é!   Reinaldo Azevedo 06/07/2016   Dilma Rousseff, a “presidenta” afastada, encaminhou a sua defesa a um tribunal cuja legitimidade, na prática, ela não reconhece. Assim, de saída, antes mesmo que o Senado a condene, ela opta pela autocondenação. Escolheu o suicídio. Apelemos à história: julgados costumam não reconhecer a legitimidade de tribunais em regimes ditatoriais. O Brasil é uma democracia. De todo modo, a Afastada mandou a sua defesa, lida, pateticamente (ele não se cansa) por José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União, convertido em advogado pessoal de Dilma. Lá está escrito, por exemplo: “Saibam todos que vocês estão julgando uma mulher honesta, uma servidora pública dedicada e uma lutadora de causas justas. Tenho orgulho de ser a primeira mulher eleita Presidenta do Brasil. Nestes anos, exerci meu mandato de forma digna e honesta. Honrei os votos que recebi”. Bem, a honestidade pessoal desta senhora não está em questão, como sabe todo mundo. Não é essa a acusação que há contra ela. Os crimes de responsabilidade, previstos no Artigo 85 da Constituição, que ensejam o impeachment, regulado pela...

Ler mais

De Ramon.Mercader@edu para J.Vaccari@pol

Elio Gaspari 17/07/2016   Companheiro Vaccari, Você não é Ramon Mercader. Como eu, houve poucos no mundo. Matei o Leon Trotsky em 1940, passei 20 anos na cadeia e não contei o que todos sabiam: acabei com o velhote a mando do Stálin. Quando saí da prisão, você tinha dois anos e quando morri, em 1978, você tinha acabado de se filiar ao sindicato dos bancários de São Paulo. Eu era um velho de 65 anos e você, um garoto de 20. Não vou tomar seu tempo contando minha história porque se você não leu “O Homem que Amava Cachorros”, do cubano Leonardo Padura, peça-o a sua família. O final do livro não presta, mas de resto é coisa fina, sobretudo para quem está preso. Vaccari, eu era do aparelho de segurança soviético, você era do braço do sindicalismo bancário petista, coisas inteiramente diversas. Daqui, já percebi que você, o José Dirceu e dois diretores da Petrobras (Duque e Zelada) estão em silêncio. No seu caso, a condenação está em 15 anos e deve aumentar. Se você tiver que pagar cinco anos em regime fechado, sairá da cela, em 2020, aos 62 anos. Admiro sua resistência e seu vigor ideológico, mas escrevo-lhe para dizer que são fúteis. Na cadeia, eu sabia que tinha sido condecorado com a Ordem de Lênin. Ao sair, fui proclamado “Herói da União Soviética”. Vivi...

Ler mais