Mês: dezembro 2015

Russia in Syria

Week Eleven of the Russian Intervention in Syria: A Step Back from the Brink?   The Saker Dec. 19, 2015 This has been an amazing week. While last week I concluded that “The only way to avoid a war is to finally give up, even if that is initially denied publicly, on the “Assad must go” policy”. Now it is true that various US officials, including Kerry, did make statements about the fact that Assad need not go right now, that a “transition” was important or that “the institutions of the state” had to be preserved, but of course what I, and many others really meant, was that the US needed to fundamentally change its policy towards the Syrian conflict. Furthermore, since Turkey committed an act of war against Russia under the “umbrella” of the US and NATO, this also created a fantastically dangerous situation in which a rogue state like Turkey could have the impression of impunity because of its membership in NATO. Here again, what was needed was not just a positive statement, but a fundamental change in US policy. There is a possibility that this fundamental change might have happened this week. Others have a very different interpretation of what took place and I am not categorically affirming that it did – only time will show – but at least it is possible that it has....

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Putin’s 2015 Foreign Policy Score Card

DEC 21, 2015 1:54 PM EST By Leonid Bershidsky United Nations Security Council Resolution 2254, which laid out the map of a peace process in Syria, crowns a year of risky gambles for Russian President Vladimir Putin. Most of these played out badly for ordinary Russians, but Putin himself appears to have improved his international standing after an ugly 2014, carving out a clear — though not necessarily enviable — new role for Russia in world affairs. In 2014, Putin became a near-pariah. After Russia annexed Crimea from Ukraine, the leaders of what used to be the Group of Eight decided to cancel a meeting in Sochi and agreed to hit Russia with weak but humiliating economic sanctions. The U.N. General Assembly passed a resolution stating the annexation was illegal, and only 10 countries — including North Korea, Zimbabwe, Venezuela and Sudan — backed Russia by voting against it. China and India abstained, though, and Putin decided he could pivot toward his partners in Asia, demonstrating that “the West” and “the world” are not synonyms. Vladimir Putin: Russia’s Most Popular Man Russia also signed some long-term energy deals with China in 2014, but they fell short of forming a solid anti-Western alliance. The crash of a Malaysian plane in eastern Ukraine, apparently shot down by Moscow-backed rebels, made things worse. A Moscow-approved Ukraine cease-fire didn’t work. At a Group of 20 summit in Australia in November, other world...

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Demissões em massa impulsionam reclamações trabalhistas no Brasil

Gabriela Di Bella/Folhapress Marcus Lemos, empresário que recebeu carro de som na porta da loja com reclamações de trabalhadora CLAUDIA ROLLI JOANA CUNHA DE SÃO PAULO 20/12/2015  02h00 Com o aumento do desemprego e da dificuldade financeira das empresas, escritórios de advocacia e sindicatos notam incremento de até 30% no número de ações trabalhistas ajuizadas ou nas consultas sobre processos. A tendência é que cresça mais à medida que a retração econômica se agrave e as demissões, antes concentradas no setor industrial, se espalhem por outras atividades. O impacto das ações tem sido mais sentido por indústrias que estão sofrendo a crise com maior intensidade. Caso da construção civil, do setor automobilístico e do de óleo e gás. Mas segmentos da área de prestação de serviços, como o de bares e restaurantes, também já identificam maior número de demitidos ingressando no Judiciário. Antonio Carlos Frugis, sócio do Demarest Advogados, afirma que setores como o automobilístico sofrem mais e que um cliente recebeu mais de cem ações em um único mês. Frugis diz que algumas companhias já fizeram provisões para o custo, mas o movimento ainda não é generalizado. “Alguns provisionam imediatamente. Outros, só depois, se forem condenados”, diz o advogado. No Tribunal Regional do Trabalho da 2ª região (Grande São Paulo e Baixada Santista), um dos maiores do país, foram 386.038 novos processos de janeiro a outubro -aumento de 6,6% ante o acumulado...

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Planalto enxerga ‘salvação’ de Dilma na economia e na base histórica do PT

VERA ROSA – O ESTADO DE S. PAULO 20 Dezembro 2015 | 03h 00 Após Executivo obter vitória no Supremo sobre o rito do impeachment, presidente indica a sindicalistas e representantes de movimentos sociais uma inflexão à esquerda no governo BRASÍLIA – Ameaçada de impeachment, a presidente Dilma Rousseff promete fazer a partir de agora um novo movimento de inflexão à esquerda nos rumos da gestão, em uma tentativa de se manter no Palácio do Planalto. Embora o Executivo tenha obtido uma vitória no Supremo Tribunal Federal, que deu ao Senado a palavra final sobre o rito de impedimento, a cúpula do PT acredita que a salvação de Dilma depende da economia e de sua aproximação com os movimentos sociais. Foi com esse diagnóstico que a presidente, antes mesmo de trocar Joaquim Levy por Nelson Barbosa no Ministério da Fazenda, deu sinais de mudança na política econômica. Desenvolvimentista, Barbosa sempre defendeu uma prescrição que coincide com a receita de Dilma para sair da crise. Dilma se encontra com representantes de movimentos sociais, artistas e intelectuais no Palácio do Planalto “Precisamos de uma nova equação econômica para o Brasil”, afirmou a presidente, na terça-feira, em reunião com sindicalistas e representantes de entidades empresariais. “Levamos uns trancos. Mas o que faremos após superar a crise?”, perguntou ela na quinta-feira, ao se encontrar com integrantes da Frente Brasil Popular, que no dia...

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‘A tendência é que o mercado não dê tempo ao governo’

Saída de Levy e perda de grau de investimento devem agravar ainda mais a crise, diz pesquisador do Ibre/FGV Cleide Silva 20 Dezembro 2015 | 03h 00   A perda do grau de investimento do Brasil na semana passada pela agência Fitch e a saída do ministro Joaquim Levy da Fazenda devem agravar ainda mais a crise econômica, na opinião do pesquisador do Ibre, Fernando Veloso. Para ele, “o governo é incapaz de resolver o desequilíbrio fiscal de forma ordenada”. Ele defende que, além de reformas econômicas, o País precisa de uma agenda de inclusão social, tema que ainda não foi encampado por nenhuma força política. A seguir, trechos da entrevista. Que efeito econômico terá a perda do grau de investimento? É mais sério ainda do que foi a perda do grau de investimento pela Standard & Poor’s porque vários fundos estrangeiros não vão poder mais investir no Brasil. A tendência é deteriorar ainda mais o cenário econômico. O dólar deve se desvalorizar de forma mais acelerada. O Banco Central terá mais dificuldade em se comprometer com uma meta de inflação. Como o País chegou a esse ponto? Tudo isso é resultado da enorme dificuldade do governo em se comprometer com uma meta fiscal crível. Além disso, tem a dificuldade natural do governo na interlocução com o Congresso e com seus próprios pares. O resultado é a dificuldade de...

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