Mês: setembro 2015

Read Putin’s U.N. General Assembly speech

By Washington Post September 28, 2015 Russian President Vladimir Putin addressed the U.N. General Assembly on Monday and said the West was making an “enormous mistake” by not cooperating with Syrian President Bashar al-Assad in the fight against the Islamic State militant group. Here is the full text of his remarks.   PUTIN (THROUGH INTERPRETER): Your excellency Mr. President, your excellency Mr. Secretary General, distinguished heads of state and government, ladies and gentlemen, the 70th anniversary of the United Nations is a good occasion to both take stock of history and talk about our common future. In 1945, the countries that defeated Nazism joined their efforts to lay solid foundations for the postwar world order. But I remind you that the key decisions on the principles guiding the cooperation among states, as well as on the establishment of the United Nations, were made in our country, in Yalta, at the meeting of the anti-Hitler coalition leaders. The Yalta system was actually born in travail. It was won at the cost of tens of millions of lives and two world wars. This swept through the planet in the 20th century. Let us be fair. It helped humanity through turbulent, at times dramatic, events of the last seven decades. It saved the world from large-scale upheavals. The United Nations is unique in its legitimacy, representation and universality. It is true that lately the U.N. has been widely criticized...

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Obama and Putin outline competing visions on Syria

By Juliet Eilperin and Karen DeYoung September 28, 2015    President Obama chats with Russian President Vladimir Putin at the start of a luncheon for world leaders at the 70th session of the U.N. General Assembly. (European Pressphoto Agency)   UNITED NATIONS — President Obama and Russian President Vladimir Putin laid out sharply competing visions Monday about how to tackle the ongoing conflicts in Syria and elsewhere in the Middle East, with each blaming the other for the region’s turmoil even as they signaled a willingness to address it together. In speeches to the U.N. General Assembly less than two hours apart, each leader said he embraced a foreign policy approach that respects international norms that are essential to global stability. Later in the day, the two met privately to hash out their differences and to see whether there was room for cooperation. The closed-door session lasted more than an hour and a half, ending just before Obama was scheduled to host a reception for delegates. After the session, Putin left for Moscow. In brief remarks to Russian reporters, he described relations between the two countries as “regretfully at a rather low level” due to U.S. resistance but said that “we now have an understanding that our work needs to be strengthened, at least on the bilateral basis. We are now thinking together on the creation of appropriate mechanisms.” A White House official, who spoke...

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Dilma e Vladimir

Notas sobre Dilma e Vladimir na ONU   João da Silveira 28/09/2015   (70º Aniversário das Nações Unidas) Para Dilma, a ONU começou na conferência de São Francisco Buscou-se, naquela ocasião [1945], construir um mundo fundado no Direito Internacional e na busca de soluções pacíficas para os conflitos. Desde então, tivemos avanços e recuos. O processo de descolonização apresentou notável evolução, como se pode constatar contemplando a composição desta assembleia. A ONU ampliou suas iniciativas, incorporando a Agenda 2030 e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, ou seja, as questões relativas ao meio ambiente, ao fim da pobreza, ao desenvolvimento social e ao acesso a serviços de qualidade. Temas como os desafios urbanos, as questões de gênero e raça, ganharam prioridade. Vladimir fala de um começo mais arraigado e sofrido In 1945, the countries that defeated Nazism joined their efforts to lay solid foundations for the postwar world order. But I remind you that the key decisions on the principles guiding the cooperation among states, as well as on the establishment of the United Nations, were made in our country, in Yalta, at the meeting of the anti-Hitler coalition leaders. The Yalta system was actually born in travail. It was won at the cost of tens of millions of lives and two world wars. Dilma critica o desempenho da ONU Não conseguiu o mesmo êxito ao tratar da segurança coletiva,...

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Dilma Rousseff

Dilma, na ONU, sobre democracia e corrupção   28/09/2015 Eis o que Dilma disse (textos em itálico) na ONU sobre o que se passa politicamente no Brasil: Os avanços que logramos nos últimos anos foram obtidos em um ambiente de consolidação e de aprofundamento da democracia. Graças à plena vigência da legalidade e ao vigor das instituições democráticas, o funcionamento do Estado têm sido escrutinado de forma firme e imparcial pela Justiça e por todos os Poderes e organismos públicos encarregados de fiscalizar, investigar e punir desvios e crimes. (Ou seja, escrutinado por agentes do próprio Estado. Ela se referia evidentemente a Rodrigo Janot, ao MPF, à PF, ao Supremo de Gilmar Mendes e ao de Ricardo Lewandowski, ao STJ, aos juízes da primeira instância como Sérgio Moro, ao TCU, que reprovaria suas contas de 2014 na semana vindoura, ao Congresso Nacional com Renan Calheiros do seu lado e Eduardo Cunha meio contra e meio a favor.) O Governo e a sociedade brasileiros não toleram a corrupção. (Embora haja tanta corrupção no Brasil.) A democracia brasileira se fortalece quando a autoridade assume o limite da lei como o seu próprio limite. Nós, os brasileiros, queremos um país em que a lei seja o limite. Muitos de nós lutamos por isso, justamente quando as leis e os direitos foram vilipendiados durante a ditadura. (Lembrança do seu passado de guerrilheira, de...

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Dilma e Vladimir na ONU em 2015

  João da Silveira 28/09/2015   Tradicionalmente o Brasil abre em setembro a Assembleia Anual das Nações Unidas. Dilma Rousseff foi lá pela quinta vez (2011-12-13-14-15), cumpriu a tradição e fez um discurso certo, mas inconsequente. ‘Inconsequente’ é palavra de duplo sentido; pode significar ‘sem importância’ e pode significar ‘irresponsável’. Uso a palavra aqui com esse duplo sentido. Vladimir Putin também esteve lá e falou. Há nove anos ele não ia à Assembleia Anual. Desta vez, apresentou sua visão multipolar do mundo em um discurso franco e consequente. ‘Consequente’ também é termo de duplo sentido; pode significar ‘importante’ e pode significar ‘responsável’. Uso a palavra aqui com esse duplo sentido. Barack Obama falou por fim e nos colocou diante de uma assimetria: com sua visão unipolar e imperial do mundo ele respondeu a Vladimir, mas não respondeu a Dilma. Não foi por indiferença que Obama não respondeu a Dilma. Foi porque o discurso dela não teve interface com o dele; não foi nem multipolar nem unipolar; foi o discurso das lamentações recorrentes do Brasil, percebidas rotineiramente no âmbito internacional como fumaça. 70º Aniversário das Nações Unidas Dilma e Vladimir fizeram um balanço dos 70 anos da ONU. Dilma: Buscou-se, naquela ocasião [1945], construir um mundo fundado no Direito Internacional e na busca de soluções pacíficas para os conflitos. Desde então, tivemos avanços e recuos. O processo de descolonização apresentou...

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