Autor: João

Senadores de PMDB e PT lideram pendências no STF

Cerca de 40% dos 81 senadores estão sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). Quase metade dos investigados é do PMDB e do PT; PP e PSDB vêm na sequência POR EDSON SARDINHA E GABRIELA SALCEDO | 11/12/2015 15:33 Jonas Pereira/Ag. Senado Os senadores na tensa sessão que manteve a prisão do senador Delcídio do Amaral A prisão do primeiro senador no exercício do mandato desde a redemocratização ainda constrange o Senado. Mas Delcídio do Amaral (PT-MS) está longe de ser o único senador com problemas na Justiça. De cada dez senadores, quatro estão sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). Dos 81 integrantes da Casa, pelo menos 30 respondem a inquérito ou ação penal na mais alta corte do país. Quase metade dos investigados são do PMDB e do PT. Juntos, esses dois partidos têm 13 nomes na lista dos senadores sob algum tipo de acusação criminal. Os dados são de levantamento feito com exclusividade pelo Congresso em Foco.Os senadores sob investigação, as suspeitas e suas explicações Entre os 19 peemedebistas com assento na Casa, nove são investigados por algum tipo de crime. Na mesma situação se encontram quatro dos 13 petistas. Em seguida, aparecem o PP e o PSDB, com quatro parlamentares cada. Na bancada do Partido Progressista, apenas Ana Amélia (RS) e Wilder Morais (GO) não respondem a inquérito ou ação penal. Há 11 tucanos no Senado. As suspeitas vão de crimes de corrupção,...

Ler mais

Temer e o TSE (2)

Caro Senador, Esse assunto, Temer e o TSE, nos coloca a seguinte indagação: até onde irá a Justiça no combate à corrupção? Por entre quais políticos passará a linha vermelha da Justiça, demarcando os que hão de cair? Digamos para discutir e por hipótese que metade dos parlamentares federais sejam corruptos. Estaria a Justiça pronta para cassar 256 deputados e 40 senadores? Não. Sabemos que a Justiça não funciona assim de forma cabal. Mesmo onde ela é bem aceita e respeitada, a Justiça funciona melhor quando o faz por meio de casos exemplares. Zé Dirceu, Delcídio, Marcelo Odebrecht são casos exemplares. Prezo em regime fechado, Zé Dirceu foi pro regime aberto e continuou a delinquir: voltou ao regime fechado. Perfeito! Cunha caminha pra ser outro caso. E Lula poderá ser o rei dos casos exemplares da atual conjuntura política. Mas até onde irá a Justiça brasileira no combate à corrupção? Sobre quem passará a linha vermelha? Abr.,...

Ler mais

Pedaladas

Mensagem ao senador: Pedaladas Caro Senador, Veja essa matéria sobre os técnicos do Tesouro, a contabilidade criativa e as pedaladas fiscais. Matéria fundamental para entendermos o que aconteceu. http://www.valor.com.br/pedaladas Abr.,...

Ler mais

Temer e o TSE (2)

Mensagem ao senador: Temer e o TSE (2) Caro Senador, O assunto Temer e o TSE nos coloca a seguinte indagação: até onde irá a Justiça no combate à corrupção? – Digamos para discutir e por hipótese que metade dos parlamentares federais sejam corruptos. Estaria a Justiça pronta para cassar 256 deputados e 40 senadores? Não. Sabemos que a Justiça não funciona assim de forma cabal. Mesmo onde ela é bem aceita e respeitada, a Justiça funciona melhor quando o faz por meio de casos exemplares. Zé Dirceu, Delcídio, Marcelo Odebrecht são casos exemplares. Zé Dirceu foi pro regime aberto e continuou a delinquir: voltou ao regime fechado. Perfeito! Cunha caminha pra ser outro caso. E Lula poderá ser o rei dos casos exemplares… Mas até onde irá a Justiça brasileira no combate à corrupção? Abr.,...

Ler mais

A New Approach to U.S.-Russia Relations Is Needed

Jeffrey Sommers, an associate professor at the University of Wisconsin–Milwaukee and a senior fellow at its Institute of World Affairs, is visiting faculty at the Stockholm School of Economics in Riga, Latvia. DECEMBER 10, 2015 The Syrian crisis presents an opportunity for a real “reset” with U.S.-Russia relations. Policy and opinion makers in both countries poorly understand each other. The United States presents policy objectives in the normative language of democracy, delinked from concrete interests. Meanwhile, Soviet policy used a discourse of communism, untethered from its realpolitik agendas. Current Russian policy, however, is shorn of ideology; maintaining progress can only advance in a stable world, not through upending states from Egypt, Iraq, Libya to Syria, while hoping democracy follows. Sanctions have not brought Russia to heel in Ukraine.Putin wants partnership with the West, but is not willing to be its supplicant. The architect of U.S. Cold War policy, George Kennan, warned at the end of his life, in 1998, that President Clinton’s policy of advancing NATO east risked war. By winter 2014 Russia perceived Ukraine as NATO’s next entrant. An expansionist Russia could have handily taken Ukraine in response to the Maidan protests, but this would have meant a new Cold War, or worse. An unending string of U.S. policy experts predicted that annexation of Ukraine by Russia was fast forthcoming. But Putin never took Ukraine, or even the Donbass. What happened? It’s clear Putin never...

Ler mais