Autor: João

Judeus e palestinos fazem beijaço contra proibição de livro em Israel

POR DIOGO BERCITO Em 31 de dezembro, as autoridades israelenses proibiram a adoção do livro “Uma Barreira Viva” na grade curricular do ensino médio. A obra, escrita por Dorit Rabinyan, retrata o amor entre uma mulher judia e um homem palestino. O governo de Binyamin Netanyahu considerou o texto inadequado aos jovens. A medida foi recebida com desagrado, dentro e fora de Israel. Não é, ademais, a primeira representação de uma relação amorosa entre judeus e palestinos. Eytan Fox filmou o amor entre dois homens, um judeu e o outro palestino, em 2002 (conversei sobre isso com ele em...

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Accept the Uncomfortable Truth: It’s Time to Support Assad

  By JAY HALLEN January 7, 2016 4:00 AM   As the Syrian civil war and refugee crisis metastasize, we need a new approach for these unfolding human tragedies. To date, the Obama administration has mostly sat on the sidelines, in part because of war fatigue, but mostly because in the crowded mix of factions fighting in Syria, there are no good actors to support. After the Pentagon’s embarrassing admission that $500 million put only “four or five” Syrian opposition fighters on the ground, it is clear that it’s fantasy to think we can find reliable Syrian allies who are both anti-ISIS and anti-Assad — which is the official policy of the administration and most leading presidential candidates. It would require threading a needle that is impossibly thin, with the assumption that we could vet and then arm rebels who might claim loyalty to the U.S. one day, but who resort to sectarian and tribal vendettas the next. And even in the event that we did find such a group and it assumed control, we’d still have a long way to go before consolidating power and making the transition to relative peace. But the gravity of the Syria crisis is such that we no longer have the luxury of holding out for a solution that is ideologically appealing. Realpolitik is the only option. Throwing U.S. support behind President Bashar...

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Entrevista a Sean Penn ajudou a colocar ‘El Chapo’ de volta na cadeia

Chefe do cartel de Sinaloa manteve encontros secretos com o ator americano para relato publicado na ‘Rolling Stone’, dando, assim, uma ajudinha para as autoridades mexicanas 10/01/2016 às 08:39 – Atualizado em 10/01/2016 às 08:39 Narcotraficante Joaquín “El Chapo” Guzmán é escoltado em um helicóptero no aeroporto da Cidade do México após ser recapturado durante uma operação militar em Los Mochis, no estado mexicano de Sinaloa – 08/01/2016(Alfredo Estrella/AFP)   A vaidade do traficante mexicano Joaquín “El Chapo” Guzmán, que foi recapturado na sexta-feira em Sinaloa, cidade onde ele fundou um dos maiores e mais violentos cartéis de drogas do planeta, pode ter contribuído para que ele fosse encontrado pelas autoridades mexicanas. O criminoso chegou a conceder uma entrevista ao ator americano Sean Penn para a revista Rolling Stone – e o relato ajudou a polícia a capturá-lo, afirma o governo do México. Agora, “El Chapo” deve ser extraditado para os Estados Unidos. Em artigo publicado no fim do sábado na revista Rolling Stone, Penn relembrou um longo encontro com Guzmán, que havia escapado em julho de uma prisão de segurança máxima mexicana pela segunda vez em 14 anos. Guzmán, conhecido como “El Chapo”, ou “Baixinho”, queria que sua história se tornasse tema de um filme, conta o ator. O encontro foi intermediado pela estrela do cinema mexicano Kate del Castillo, segundo o artigo de Penn. Kate, que atuou como uma líder do narcotráfico na...

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Sean Penn Secretly Interviewed ‘El Chapo,’ Mexican Drug Lord

By RAVI SOMAIYA JAN. 9, 2016 The actor Sean Penn, left, and the drug lord Joaquín Guzmán Loera in a photo taken for interview authentication purposes. CreditRolling Stone   Joaquín Guzmán Loera, the Mexican drug lord known as El Chapo, started out in business not long after turning 6, selling oranges and soft drinks. By 15, he said in an interview conducted in a jungle clearing by the actor and director Sean Penn for Rolling Stone magazine, he had begun to grow marijuana and poppies because there was no other way for his impoverished family to survive. Now, unapologetically, he said: “I supply more heroin, methamphetamine, cocaine and marijuana than anybody else in the world. I have a fleet of submarines, airplanes, trucks and boats.” Though his fortune, estimated at $1 billion, has come with a trail of blood, he does not consider himself a violent man. “Look, all I do is defend myself, nothing more,” he told Mr. Penn. “But do I start trouble? Never.” The seven hours Mr. Guzmán spent with Mr. Penn, and the follow-up interviews by phone and video — which began in October while he was on the run — marked another surreal turn in his long-running effort to evade the Mexican and American authorities. Mr. Guzmán, one of the world’s most wanted fugitives, who had twice escaped jail, was captured in his home state of Sinaloa in...

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Temer põe pé na estrada pelo controle do PMDB

  Com apoio de cerca de 60% do partido, vice-presidente visitará diretórios regionais em busca de votos na convenção de março 10/01/2016 às 09:26 – Atualizado em 10/01/2016 às 09:41 O vice-presidente Michel Temer: tour pelo comando do PMDB(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) Com mapa dos representantes do PMDB que têm poder de voto nas mãos, o vice-presidente da República, Michel Temer, iniciará no fim deste mês um giro pelo país na tentativa de consolidar apoio a sua recondução ao comando da legenda e de impedir as movimentações do grupo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o vice tem hoje o apoio de cerca de 60% do partido. Com o receio de ter a liderança partidária posta em xeque e diante da proximidade da Convenção Nacional da legenda, prevista para março, Temer montou um grupo específico para cuidar da sua campanha, que contará com a participação do presidente da Fundação Ulisses Guimarães, Moreira Franco, e do ex-ministro Eliseu Padilha. O tour deve começar pela Região Sul, onde historicamente o vice detém maior número de apoio. A princípio, as viagens serão feitas com recursos da legenda. Segundo o secretário-geral do PMDB, deputado Mauro Lopes (MG), além das visitas às principais capitais do País, a campanha também deve contar com uma estrutura de call center para efetivar contatos com representantes do partido nas cidades em que...

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