Autor: João

USA

 It’s Starting: Financial Collapse Usually Leads to War   Another brilliant essay from Orlov – he speculates that like the USSR before it, the US is lumbering towards its own extinction, which is likely to be a bloody, miserable, mess ClubOrlov (Dmitry Orlov) 15 Jan. 2016 [This is a rerun from March of last year, whose time has finally come. With the new year, a sea change seems to have occurred in the financial markets: instead of “melting up,” the way they used to, they have started “melting down.” My original prediction is that this will lead to more armed conflict. Let’s see if I was right.]  Scanning the headlines in the western mainstream press, and then peering behind the one-way mirror to compare that to the actual goings-on, one can’t but get the impression that America’s propagandists, and all those who follow in their wake, are struggling with all their might to concoct rationales for military action of one sort or another, be it supplying weapons to the largely defunct Ukrainian military, or staging parades of US military hardware and troops in the almost completely Russian town of Narva, in Estonia, a few hundred meters away from the Russian border, or putting US “advisers” in harm’s way in parts of Iraq mostly controlled by Islamic militants. The strenuous efforts to whip up Cold War-like hysteria in the face of an...

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Eurasia Abandoning US Dollar Hegemony One Kick at a Time

Economic integration between nations not in the direct sphere of Western influence is making significant progress, gradually abandoning the US dollar as their primary trading currency Federico Pieraccini  16.Jan.2016 07 seconds ago The historic energy agreement between China and Russia exemplifies how to De-dollarize as both countries strengthen their ties with payments settled in Yuan and Ruble. It’s still premature to expect some dramatic shift away from the Dollar in oil trade worldwide. Nevertheless, the advent of a petro yuan on the hydrocarbon market, is one of the pillars of the future multipolar world. Russia’s proposal to set up their own oil-price market is another important step in that direction. There are even rumors of backing the Ruble with gold. This would actually be a sensational move, explaining the reasons why Moscow and Beijing have been buying so much gold in the last year, breaking several records. Meanwhile, other parts of Eurasia are also integrating: Iran and India have taken the plunge and are now trading in rupees instead of dollars. Considering the importance of Tehran on the oil market and the importance of New Delhi as a consumer, it comes as no surprise that every effort was made to reach such an agreement and to start de-dollarizing their economies immediately. The geopolitical role of the petrodollar continues to be the most important existential factor for Gulf countries, and for Washington as it’s poised to surmount an astonishing 20 trillion-dollar debt in 2017. The...

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How the Oil Price Crash Has Transformed Global Politics

Michael Klare  (TomDispatch)  Thu, Jan 14, 2016 Originally appeared: TomDispatch As 2015 drew to a close, many in the global energy industry were praying that the price of oil would bounce back from the abyss, restoring the petroleum-centric world of the past half-century.  All evidence, however, points to a continuing depression in oil prices in 2016 — one that may, in fact, stretch into the 2020s and beyond.  Given the centrality of oil (and oil revenues) in the global power equation, this is bound to translate into a profound shakeup in the political order, with petroleum-producing states from Saudi Arabia to Russia losing both prominence and geopolitical clout. To put things in perspective, it was not so long ago — in June 2014, to be exact — that Brent crude, the global benchmark for oil, was selling at $115 per barrel.  Energy analysts then generally assumed that the price of oil would remain well over $100 deep into the future, and might gradually rise to even more stratospheric levels.  Such predictions inspired the giant energy companies to invest hundreds of billions of dollars in what were then termed “unconventional” reserves: Arctic oil, Canadian tar sands, deep offshore reserves, and dense shale formations. It seemed obvious then that whatever the problems with, and the cost of extracting, such energy reserves, sooner or later handsome profits would be made. It mattered little that the cost of...

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Operação Lava Jato é pior que a ditadura, diz advogado

Zulmair Rocha – 30.jan.2013/UOL O advogado Técio Lins e Silva durante julgamento em 2013, no Rio MARIO CESAR CARVALHO DE SÃO PAULO 16/01/2016  02h00   O advogado Técio Lins e Silva, um dos signatários da carta que compara a Operação Lava Jato com a Inquisição, diz que o comportamento do juiz Sergio Moro no caso é pior do que na ditadura militar. “Estou falando de uma arbitrariedade como nunca se viu no Brasil, nem na ditadura”, disse. Aos 70 anos, Lins e Silva foi um dos mais célebres advogados a defender presos políticos na ditadura militar. Agora atua na defesa de um ex-diretor da Odebrecht, Alexandrino de Alencar. Em entrevista à Folha, ele critica o juiz Sergio Moro, responsável pela operação, os procuradores e a imprensa. * Folha – Por que publicar um manifesto contra a Lava Jato quando a operação está prestes a completar dois anos? Técio Lins e Silva – Porque tudo tem um limite. O copo vai enchendo, como a paciência vai enchendo, e tem uma gota d’água. Estou falando de uma arbitrariedade como nunca se viu no Brasil, nem na ditadura. Advoguei de 1965 a 1985 intensamente na Justiça Militar, na fase mais dura dos anos de chumbo, quando não havia habeas corpus e o preso ficava incomunicável. Tenho autoridade para comparar as coisas. Por que a Lava Jato seria pior do que a ditadura? Há uma questão inimaginável, que...

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Para juízes, carta de advogados é “mero falatório”

POR FREDERICO VASCONCELOS 15/01/2016  18:20 A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) divulgou nota pública em que rebate a “Carta Aberta” publicada nesta sexta-feira (15) por renomados advogados contra a Lava Jato. “Os magistrados não sucumbirão àqueles que usam o Direito e Justiça para perpetuar impunidades sob o manto do sagrado direito de defesa”, diz o texto assinado pelo presidente da entidade, Antônio César Bochenek. Segundo a Ajufe, “a Justiça Federal realiza um trabalho imparcial e exemplar, sem dar tratamento privilegiado a réus que dispõem dos recursos necessários para contratar os advogados mais renomados do país”. “Aqueles que não podem comprovar seu ponto de vista pela via do Direito só têm uma opção: atirar ilações contra a lisura do processo. Fazem isso em uma tentativa vã de forjar na opinião pública a impressão de que a prisão é pena excessiva para quem desviou mais de R$ 2 bilhões, montante já recuperado pela Operação Lava Jato.” A manifestação dos advogados –segundo a entidade– “é mero falatório, fumaça, que não gera benefício nem para o cliente pretensamente protegido”. Eis a íntegra da manifestação: *** Nota Pública sobre a Operação Lava Jato Diante do manifesto de advogados da Operação Lava Jato com críticas à atuação do juiz Sérgio Moro, a Ajufe esclarece: A quebra de um paradigma vigente na sociedade nunca vem desacompanhada de manifestações de resistência. Gritam e esperneiam alguns operadores...

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