Autor: João

The Syrian War and the return of great power politics

If the line between peace and war is being blurred, so is that between fact and fiction. BY JOHN BEW, 15 DECEMBER 2015 Wars have a nasty habit of creeping up on you, especially when you are unprepared or disinclined to fight them. There was a time, after the fall of the Berlin Wall, when the notion of a third world war seemed so fanciful as to belong to the realm of science fiction. As it stands, the prospect of a global conflagration, involving two or three simultaneous theatres of great power conflict, in which the goals of the major actors are conjoined, is unlikely. Neither the second or third most powerful militaries on the globe – China or Russia – wants to take on the strongest, the US. That said, they are not averse to giving its less powerful allies, the UK included, a bloody nose or a fright. So while it is alarmist and irresponsible to talk of a third world war, the notion of sparks flying on the borders of a Nato country, or in the South China Sea, is more than plausible. These problems require greater situational awareness and dynamism – both of which have been in short supply in our foreign policy in recent times. We cannot afford to go through a traumatic process of introspection every time we need to make a decision about the...

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Vasconcelos no lugar de Cunha

15:57 – Mensagem ao senador: Vasconcelos no lugar de Cunha Caro Senador, Crescem os rumores de que Eduardo Cunha pode deixar a presidência da Câmara em troca de não ser cassado, enquanto a oposição do governo Dilma articula a candidatura de Jarbas Vasconcelos para o seu lugar. Abr.,...

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Assustada, a oligarquia precisa da crise

Elio Gaspari 13/12/2015  Impeachment, Dilma Rousseff, Michel Temer e Eduardo Cunha são ingredientes secundários de um momento muito maior. Vice-presidente de olho na cadeira do titular é coisa comum. Oposição querendo derrubar o governo também é coisa que acontece. O que há de novo e saudável no Brasil de hoje é que pela primeira vez desde o desembarque de Tomé de Souza, em 1549, o braço do Estado está investigando, encarcerando e punindo personagens da oligarquia política e econômica da terra de Santa Cruz, hoje Brasil. Diante dessa novidade, Dilma, Temer e Eduardo Cunha são explosivos asteriscos. Em graus variáveis, estão mais próximos do problema do que de sua solução. O Supremo Tribunal Federal investiga os presidentes da Câmara e do Senado. Estão na cadeia o dono da maior empreiteira do país, um poderoso banqueiro e o líder do governo no Senado. Dois ex-diretores da Petrobras colaboram com as investigações. Cinquenta e sete pessoas já foram condenadas a penas que somam 680 anos de prisão. Nesse momento inédito, foram para a prisão pessoas que se comportavam como se estivessem acima das leis. Empreiteiros que desqualificavam a Operação Lava Jato deram-se conta de que a festa acabou e passaram a colaborar com o Ministério Público. Superestimando sua invulnerabilidade, o senador Delcídio do Amaral articulava a fuga de Nestor Cerveró com direito a mesada de R$ 50 mil. Está preso. Uma...

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Temer e o TSE (3)

Mensagem ao senador: Temer e o TSE (3) Caro Senador, Veja nessa matéria de André Petry que a assinatura de decretos irregulares deixa Temer na mesma situação de Dilma junto ao TSE:  http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/a-carta-patetica-de-temer-mas-nao-a-que-voce-esta-pensando/ . Abr.,...

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Russia in Syria

 Week Ten of the Russian Intervention in Syria The Saker Dec. 12, 2015 The “Assad must go” policy implies war with Russia, Iran and Hezbollah The “news” that Israel and Turkey are systematically violating international law is hardly news at all. After all, we all know that Turkey has been regularly bombing the Kurds in Iraq and Syria, that Turkey still illegally occupies northern Cyprus just like the Israelis have been bombing Syria and Lebanon for decades and that they are still illegally occupying Palestine. The interesting development this week is that France, the UK and Germany have all officially decided to join these rogue states and act just like the Turks and Israelis by illegally intervening in Syria – in direct violation of international law – supposedly to fight Daesh. And even though Daesh is the official enemy, it “just so happens” that Syrian army positions were bombed by the USAF while the Israelis bombed Hezbollah missile depots. Apparently, the “Assad must go” policy is still the order of the day. In a way, one could argue that the West has now (re-)affirmed the principle that “might makes right” and that threats and violence are still the only “policy” of the Empire in lieu of a legal, negotiated, policy. The problem with that is that the “other side” strongly feels that surrendering to the Empire’s demands is simply not an option. The...

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