Autor: João

What Stinks in Saudi Ain’t the Camel Dung

Author: F. William Engdahl, 08/12/2015 In recent weeks one nation after another is falling over themselves, literally, to join the turkey shoot known, erroneously, as the war in Syria, ostensibly against the Islamic State or Daesh. The most wanted but most feared question is where will this war frenzy lead, and how can it be stopped short of dragging the entire planet into a world war of destruction? On September 30, responding to a formal invitation or plea from the duly-elected President of the Syrian Arab Republic, the Russian Federation began what was an initially highly effective bombing campaign in support of the Syrian Government Army. On 13 November following the terror attacks claimed by ISIS in Paris, the French President proclaimed France was “at war” and immediately sent her one and only aircraft carrier, the Charles de Gaulle, to Syria to join the battle. Then on December 4, the German Parliament approved sending 1,200 German soldiers and six Tornado jets to “help” France. Reports out of Germany say the Germans will not work with Russia or the Assad regime, but with CentCom command in Florida and coalition headquarters, not in Damascus, but in Kuwait. The same week the UK Parliament approved sending British planes and forces to “fight ISIS” in Syria. Again we can be sure it’s not to help Russia’s cause in cooperation with the Syrian Army of Assad...

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Truth

 A Curative for Washington’s Terror Treachery is Here   Russia has now accused the White House of covering for a terror network many believe the US created. The fact many Americans now believe someone is literally trying to destroy their country bears up this claim too.   Phil Butler  07.12.2015 Here’s a look inside the dark nightmare that has become international détente. At the end, I offer a searing summary with a ray of hope. The curative I mention, it’s called truth.The truth of world relationships today lies at the end of a trail of bread crumbs leading straight to Moscow. As strange as that may sound coming from an American writer, I say “the truth is where you find it.”  The “truth” I speak of is, the United States of America has in large measure created most of our current conflicts. The reasons are manifest, and mostly have to do with big business. This has been argued, and illustrated, widely. But some very wise experts, and catalogs of events now reveal just how precarious the world governing systems are today. I shall outlined at length, what I feel are the central issues. Is Fort Knox Empty?  New Eastern Outlook (NEO) contributor F. William Engdahl  now outlines the economic reasons for Washington’s desperation here. What the noted economics researcher and historian reveals is essentially a “broke” America. And he’s not the only one saying this. Presidential hopeful, Donald Trump has alluded to this many times in the past few years. If you ever wondered...

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Yuan

Russia issuing yuan-denominated bonds On the heels of the International Monetary Fund’s approval for the yuan, Russia said it’s preparing to raise $1 billion in yuan-denominated sovereign bonds in Moscow, the Financial Times reported Monday. Asia Times Dec. 07, 2015 Last week, the IMF made the yuan, also known as the renminbi, a world reserve currency by including it in its Special Drawing Rights basket. By integrating the yuan to the SDR, the IMF boosted the credibility of the currency and acknowledged it would be an accepted part of the global economic system. The latest move by Russia will aid the yuan’s international expansion and could lead to ruble-denominated bonds being issued in China and help promote similar cross-currency issuance by other big emerging markets, eating into the dominant role of the US dollar in global capital, said the FT. This isn’t just a diplomatic nicety by Russia, but an opportunity to do an end-around the sanctions imposed by the US and Europe. In September 2014, the US and EU imposed sanctions in response to Russia’s annexation of Crimea and its backing of separatists in eastern Ukraine. Since then many Russian companies have been barred from issuing foreign currency bonds in dollars or euros. The yuan-denominated bonds would potentially open a new source of foreign funding for Russian banks and businesses shut out of capital markets in the US...

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PMDB & Impeachment (2)

Caro Senador, Ontem, em matéria da Folha, Dilma esperava “integral confiança de Temer”, ironicamente. O mais curioso: disse não ter sido informada da saída de Padilha e que ainda contava “‘com a presença dele no governo’”! Temer, em almoço com Alckmin, teria dito que se mantém distante do impeachment, “pois se envolver na questão não é o papel do vice”. Edinho Silva, em entrevista à Folha, disse que “‘não é perfil do Temer desembarcar do governo’”, outra frase curiosa, pois vice é vice, não é governo. Isso é o que estava na Folha ontem, suplementado pelo Estadão também de ontem, onde se informava que os ministros Henrique Alves (Turismo) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), pressionados por Cunha e peemedebistas pró impeachment, resistem deixar o governo. Mas ainda ontem, no Estadão, a agenda política seguia em marcha batida para o impeachment. Temer aparece como um exímio articulador, tendo já unido os tucanos Aécio, Alckmin, e Serra em apoio a seu eventual governo, enquanto mantém interlocução assídua com Lula, o que intriga até mesmo os petistas, mas não intriga O Antagonista, cujo raciocínio é o de que é melhor para o PT e para Lula se livrarem de Dilma. Por outro lado, as articulações de Temer são vistas como conspiração pelo Planalto, que redobra seus cuidados com o índice de fidelidade dos peemedebistas, a quem foram dados sete ministérios. ....

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PMDB & Impeachment (2)

Mensagens para o Senador: PMDB & Impeachment (2) Caro Senador, Ontem, em matéria da Folha, Dilma esperava “integral confiança de Temer”. O mais curioso: disse não ter sido informada da saída de Padilha e que ainda contava “‘com a presença dele no governo’”! Temer, em almoço com Alckmin, teria dito que se mantém distante do impeachment, “pois se envolver na questão não é o papel do vice”. Edinho Silva, em entrevista à Folha, disse que “‘não é perfil do Temer desembarcar do governo’”, outra frase curiosa, pois vice é vice, não é governo. Isso é o que está na Folha ontem, suplementado pelo Estadão também de ontem, onde se informa que os ministros Henrique Alves (Turismo) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), pressionados por Cunha e peemedebistas pró impeachment, resistem deixar o governo. Ainda ontem no Estadão, a agenda política seguia em marcha batida para o impeachment. Temer aparece como um exímio articulador, tendo já unido os tucanos Aécio, Alckmin, e Serra em apoio a seu eventual governo, enquanto mantém interlocução assídua com Lula, o que intriga até mesmo os petistas. As articulações de Temer são vistas como conspiração pelo Planalto, que redobra seus cuidados com o índice de fidelidade dos peemedebistas, a quem foram dados sete ministérios. . . A lógica irônica predominante no Palácio e expressa por Jacques Wagner em diálogo com a presidente Dilma é a...

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