Autor: João

Why Oil Prices Have Fallen and How That Affects Russia’s Economy

The oil price fall is mainly the result of the rise in US interest rates rather than the supply glut. It does not threaten the Russian budget or mean Russia is running out of money, but it has delayed cuts in Russian interest rates Alexander Mercouris  Tue, Jan 5, 2016 The year 2015 ended with further falls in oil prices. As is now traditional, this have given rise to more predictions of disaster for Russia’s economy. This whole subject is much misunderstood.  The major effect on the oil price is on interest rates – not the Russian budget, which gets all the attention. Oil prices are anyway likely to stabilise – and even rise – before long, whilst the effect of their fall on the Russian economy is diminishing. To explain all this it is necessary to begin with oil prices, since they are the heart of the story. The Oil Price Fall Firstly, it should be said clearly that the short term reason for the oil price fall since November is the US Federal Reserve Board’s decision to increase US interest rates. Given the close correlation between oil price movements and those of US interest rates, the well nigh universal failure to recognise this fact is baffling. Oil prices started to slip in mid November, when it finally became clear the long period of dithering at the US...

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The real obstacle to Syrian peace

Despite Russia and the U.S. coming together recently to back a U.N.-approved peace plan for Syria, major obstacles remain, including the on-the-ground reality that U.S. “allies,” such as Saudi Arabia and Turkey, have armed and financed terrorist forces that won’t compromise, as Gareth Porter explains. Gareth Porter is an independent investigative journalist and winner of the 2012 Gellhorn Prize for journalism. The anti-Assad coalition led by the United States continues to stagger toward the supposed objective of beginning peace negotiations between the Syrian government and what has now been blessed as the politically acceptable “opposition.” The first such meeting...

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Fala de Jaques Wagner acentua mal-estar entre PT e governo

CATIA SEABRA DE SÃO PAULO 05/01/2016  02h00 Dirigentes petistas reagiram com irritação, nesta segunda-feira (4), ao ministro Jaques Wagner (Casa Civil), que, em entrevista à Folha, disse que o partido “se lambuzou” no poder. O ex-ministro da Justiça Tarso Genro disse que a declaração de Wagner “foi profundamente infeliz e desrespeitosa, porque generaliza e não contextualiza”. Segundo ele, o chefe da Casa Civil faz “coro com o antipetismo raivoso que anda em moda na direita e na extrema direita do país”. “Com a responsabilidade que ele tem, deveria ser menos metafórico e mais politizado nas suas declarações”, reagiu Tarso. Fabian Ribeiro – 11.out.14/Raw Image/Folhapress O ex-ministro da Justiça Tarso Genro A entrevista de Wagner acentuou o mal-estar entre governo e partido. Integrantes da direção partidária, deputados e senadores fizeram chegar ao Palácio do Planalto sua insatisfação diante da fala do ministro, classificada por eles como “um ataque desnecessário” à legenda. O presidente do PT de São Paulo, Emídio de Souza, afirmou que o PT sofreu desgaste ao defender o governo de Dilma Rousseff. “Sustentar o governo mesmo quando ele se distanciou da sua base social e do seu programa também desgastou o partido. O momento é de ajustar o rumo do governo e do partido, garantir e aprofundar as conquistas e não ficar se atacando mutuamente”, disse Emídio. Marlene Bergamo – 19.ago.15/Folhapress O presidente do PT-SP, Emídio de Souza O secretário de Organização...

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Sujeito oculto

O ESTADO DE S. PAULO 04 Janeiro 2016 | 03h 00 – Atualizado: 03 Janeiro 2016 | 19h 42 Na gramática do governo petista, o responsável pela imensa crise atual é oculto por elipse. A presidente Dilma Rousseff cometeu erros primários, mas nem ela nem seus auxiliares são capazes de vir a público e assumir, em primeira pessoa, a autoria do desastre que se revela a cada novo balanço da economia. Tome-se, por exemplo, uma recente entrevista do ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, na qual ele admitiu os “erros que foram cometidos em 2013 e 2014”. Não é preciso ser catedrático em análise sintática para perceber que a voz passiva serve para esconder o sujeito que senta na cadeira presidencial e que, por sua única e exclusiva responsabilidade, colocou o País na trilha do caos. Na entrevista, dada à Rádio Metrópole, de Salvador, Jaques Wagner fez um diagnóstico preciso dos problemas criados pela gestão temerária da economia no governo Dilma. O ministro listou, entre os “erros que foram cometidos”, a “desoneração exagerada” e os “programas de financiamento que foram feitos num volume muito maior do que a gente aguentava”. Embora tratados pelo petista como se fossem obras do acaso ou tivessem caído dos céus, essas medidas são parte da chamada “nova matriz econômica”, monstrengo que assegurará a Dilma um lugar de honra na galeria dos piores presidentes da história do...

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Novas eleições seriam “saída limpa” para a crise política, diz Eurasia

 Notícia Publicada em 04/01/2016 13:00  Apesar de improvável, decisão do TSE traria um presidente com uma nova legitimidade Eurasia entende que a presidente, mesmo mantida no cargo, continuará vulnerável ao avanço das investigações da Lava Jato (Evaristo Sa/AFP) SÃO PAULO – A crise política não terá solução após o fim do processo de impeachment independentemente do resultado, aponta a consultoria de risco Eurasia em um relatório enviado nesta segunda-feira (4). Segundo o texto, a eventual convocação de novas eleições em razão de impugnação pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) – um órgão federal apolítico – da candidatura da chapa composta pelo PMDB e o PT seria uma “saída limpa” da crise política no país. A Eurasia entende que a presidente Dilma Rousseff, mesmo mantida no cargo, continuará vulnerável ao crescimento das investigações da Lava Jato sobre a Petrobras. “Isto irá lançar luz sobre novas evidências de irregularidades dentro do Partido dos Trabalhadores (PT), que pode levar a novas petições para seu impeachment”, avalia o texto. O resultado seria ainda pior caso novas descobertas atinjam diretamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para a consultoria, caso Dilma continue – o que é o mais provável para a Eurasia –, ela se tornará mais próxima dos movimentos radicais do partido e ainda mais contida pelo Congresso, o que levará a uma paralisia política. Essas concessões, acrescenta a análise, irão enfraquecer a agenda fiscal e explicar a decisão de substituir o ex-ministro...

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