Autor: João

A New Economic Era for China Goes Off the Rails

By KEITH BRADSHERJAN. 7, 2016 Photo An investor uses his cellphone to check stock prices at a brokerage house in Chengdu, China, after a so-called circuit breaker measure halted trading on Thursday. CreditColor China Photo, via Associated Press  HONG KONG — When President Xi Jinping of China convened a group of top officials to discuss the economy last month, the highly publicized meeting was seen as a moment of triumph. A stock market plunge last summer, and a messy currency devaluation that followed, had faded from global view. In the relative calm, he seemed to usher in a new era of economic management, promising policy coordination at the highest levels to prevent another bout of turmoil. Less than three weeks later, his plans have been derailed as China’s stock market and currency once again rattle investors around the world. The latest rout sets up a challenge for Mr. Xi, who has positioned himself as the master of the country’s economy. At every turn, the president’s efforts to manage the economy, market and currency have been undercut by global headwinds and haphazard policy making. Three initiatives this week, involving currency depreciation and two sets of stock market rules, have been particularly discordant. All three were hastily suspended after China’s stock market plunged on Thursday morning. He also cannot move forward on the bolder actions needed to head off a more serious economic slump, such as forcing...

Ler mais

Na ‘Science’, cientistas criticam hidrelétricas

SABINE RIGHETTI COLABORAÇÃO PARA A FOLHA 08/01/2016   As três bacias hidrográficas mais ricas em biodiversidade no planeta estão ameaçadas por um mesmo “inimigo” comum: a construção de usinas hidrelétricas. A análise é de um grupo de cientistas de países como Brasil, EUA, Alemanha, Canadá e Camboja. Está na revista científica “Science” desta semana, em uma seção que traz debates de cientistas sobre temas atuais. De acordo com os cientistas, um terço dos peixes de água doce do mundo vive nas bacias hidrográficas da Amazônia, do Congo (África) e de Mekong (no sudeste asiático). Esses animais convivem com a construção de usinas, de represas e de barragens para a produção de energia elétrica. O problema é que boa parte desses peixes migra conforme a vazante dos rios. Com as barragens, eles podem ficar pelo caminho. “Há espécies de alto valor que viajam centenas de quilômetros em resposta a pulsos de inundação sazonal”, escrevem os autores. Lalo de Almeida/Folhapress Barragem da hidrelétrica de Belo Monte, citada pelo artigo Pelo menos 450 barragens ainda devem ser construídas nas usinas dessas três bacias, aponta o estudo. Só o rio Mekong, por exemplo, já tem 370 barragens e deve ganhar mais cem delas nos próximos anos. No Brasil, o debate é sobre a construção da usina Belo Monte, que está sendo erguida em Altamira, no Pará. Uma obra controversa de R$ 30 bilhões no coração da floresta...

Ler mais

Judeus e palestinos fazem beijaço contra proibição de livro em Israel

POR DIOGO BERCITO Em 31 de janeiro, as autoridades israelenses proibiram a adoção do livro “Uma Barreira Viva” na grade curricular do ensino médio. A obra, escrita por Dorit Rabinyan, retrata o amor entre uma mulher judia e um homem palestino. O governo de Binyamin Netanyahu considerou o texto inadequado aos jovens. A medida foi recebida com desagrado, dentro e fora de Israel. Não é, ademais, a primeira representação de uma relação amorosa entre judeus e palestinos. Eytan Fox filmou o amor entre dois homens, um judeu e o outro palestino, em 2002 (conversei sobre isso com ele em Tel Aviv, anos depois). Eran Riklis contou em 2014 uma história semelhante, mas heterossexual, em “Dancing Arabs” (também entrevistei esse diretor para a Folha). São narrativas que correspondem a relações reais, que existem apesar do tabu. Daí os aplausos recebidos pela campanha lançada ontem com a imagem de judeus e palestinos –gays e héteros– se beijando. Como nota uma reportagem do jornal americano “Washington Post”, é irônico que, no fim das contas, é difícil saber quais deles são judeus e quais são palestinos. Afinal, tampouco importa. Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=N8DMGaeDXE4 Ver...

Ler mais

Preços administrados saltam 18% e levam inflação a patamar recorde

 Notícia Publicada em 08/01/2016 09:20  Energia elétrica ficou 51% mais cara, em média, em 2015   Preço da gasolina subiu 20,10% em 2015 (Reuters/Ricardo Moraes)   SÃO PAULO – A inflação dos preços administrados, que são estabelecidos por contrato ou órgão público, chegou a 18,08% em 2015, no maior patamar da série histórica remodelada em janeiro de 2012, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A escalada de aumentos foi impulsionada pelos preços de combustíveis e de energia elétrica, sendo um dos principais responsáveis pela inflação recorde de 2015.  O IPCA encerrou o ano com alta de 10,67% nos preços, no maior resultado para o período desde 2002, quando a inflação foi de 12,53%. – Espresso Financista: receba grátis a newsletter que tem tudo para você ficar bem informado No período, a eletricidade ficou 51% mais cara, em média, em todo o país. A adoção de bandeira tarifária – com taxas de consumo maiores quando as termelétricas são acionadas – e os reajustes das distribuidoras são as causas da alta. Entre os combustíveis, a gasolina acumulou avanço de 20,10% e o etanol subiu 29,63% no ano passado. A inflação dos combustíveis reflete o aumento da tributação em vigor desde fevereiro, por meio de decreto presidencial, e o reajuste da Petrobras nos preços da gasolina das refinarias no fim de setembro. Ver...

Ler mais

Passarela para o amanhã

Vinicius Torres Freire 08/01/2016  02h00 Nos dias animados do impeachment, lá por outubro, o PMDB mandou fazer roupa nova no alfaiate. O banho de loja era uma tentativa do partido de se candidatar a líder confiável de uma nova coalizão antipetista. Era um programa liberal de governo, a “Ponte para o Futuro”, também um obituário da política econômica de Dilma 1 e das ideias do PT, às quais atribuía a ruína do país. Pois então. O pessoal do PMDB diz agora que Dilma Rousseff ofereceu uma gambiarra para o presente, um acordo de paz com o partido. Nos termos do armistício, está a adoção de partes da “Ponte para o Futuro”, o “Plano Temer”. Segundo o pessoal do PMDB, foi o que o ministro Jaques Wagner (Casa Civil) ofereceu na reunião de quarta-feira com o vice-presidente, Michel Temer, que havia se tornado um dos líderes da destituição da presidente. Há versões conflitantes sobre o que teria sido proposto e do que já foi conversado, por outras vias, com o PMDB. De menos incerto, seria o seguinte. Primeiro, pode se discutir um limite para o crescimento das despesas de custeio do governo, que aumentariam a uma velocidade menor que a da economia, da expansão do PIB. O que quer dizer “despesas de custeio” ninguém soube explicar direito (em tese, são todos os gastos que não os de investimento “em obras”). Várias...

Ler mais